
. Infinito Particular .
. só não se perca ao entrar no meu infinito particular .
terça-feira, 21 de setembro de 2010
domingo, 6 de dezembro de 2009
sábado, 7 de novembro de 2009

Aliás, nunca soube também se era porque ou por quê, assim como não sabia o porquê de tudo isso.
Mas acontecia todos os dias a alguns dias e me deixava agoniado, extasiado e contrariado.
Se existia um motivo ele estaria longe de ser descoberto. Mas quem sabe um dia?
Irônico o fato de entender que tudo se encaixava com(o) o seu sorriso que uma vez ou duas ouvi sem você saber. Doeu aqui dentro o fato de não poder sorrir de volta, pois assim você perceberia mesmo de muito longe. Não me passa pela cabeça o que anda acontecendo nem a minha reação quando tudo isso acontecer, se acontecer. Só sei que hoje eu abriria a caixinha que conteria tudo àquilo que, há algum tempo atrás, eu resolvi não guardar.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Quem arquitetou o destino não tinha medo do que acabara de inventar. Muito menos conhecimento. O simples pretexto de sentar e esperar a vida chegar não existe. A vida é muito mais que pão, leite e sofá. Cerveja e azeitonas não originam nada, além de satisfação social. Não se pode deixá-la passar enquanto você espera. Esperar dói, e demora a sarar. O mundo lhe aguarda, mas não espera muito. O tempo passa mais rápido que qualquer relógio. Mesmo aqueles adiantados. Ficar mendigando atenção enquanto não se relaciona com nada é passageiro. Mas leva muito mais que a vontade de ser e estar em determinado local. O segredo de uma boa vida idosa depende do que ocorre com a própria solidão. O que adianta ser um bom velhinho se o passado o condena? Se o passado o faz dormir com seus sonhos, mas acordar sozinho? O amor não se inventa. Constrói-se. Nada embolsamos ao interrompermos o tempo só para vê-lo passar. O tempo é hábil e se manifesta a cada esquina cheia de talentos e sentimentos. Acreditar sentado não existe. É preciso buscá-lo. O destino se ilustra em todos os lugares, mesmo os mais distantes, como a casa da frente.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Criaram a xoxota, como se pode ver:
Chegando na frente, veio um açougueiro,
Com faca afiada, deu talho certeiro.
Um bom marceneiro, com dedicação,
Fez furo no centro com malho e formão!
Em terceiro, o alfaiate, capaz e moderno,
Forrou com veludo o lado interno.
Um bom caçador, chegando na hora,
Forrou com raposa a parte de fora.
Em quinto chegou, sagaz pescador,
Esfregando um peixe, deu-lhe odor!
Em sexto, o bom padre da igreja daqui,
Benzeu-a dizendo: 'É só pra fazer xixi'.
Por fim veio o marujo, zarolho e perneta,
Chupou-a, fodeu-a, e chamou-a de buceta!’